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	<title>Periodontiamedica.com &#187; gengivite</title>
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		<title>Europerio 7 está aberto para submissão de abstracts</title>
		<link>http://www.periodontiamedica.com.br/europerio-7-esta-aberto-para-submissao-de-artigos/</link>
		<comments>http://www.periodontiamedica.com.br/europerio-7-esta-aberto-para-submissao-de-artigos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 17:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmfigueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Call for Abstracts
Share your scientific work with the world!
Abstracts of scientific presentations (both basic and clinical  research) as well as clinical presentations (case series, innovative  surgical or therapeutic approaches,…) may now be submitted for  consideration.
Only online abstract submissions before Wednesday, November 30, 2011, 12:00 CET+1 will be accepted. Hard copies of abstracts [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Call for Abstracts</h3>
<p><strong>Share your scientific work with the world!</strong></p>
<p>Abstracts of scientific presentations (both basic and clinical  research) as well as clinical presentations (case series, innovative  surgical or therapeutic approaches,…) may now be submitted for  consideration.</p>
<p>Only online abstract submissions before <strong>Wednesday, November 30</strong>, 2011, 12:00 CET+1 will be accepted. Hard copies of abstracts will not be accepted.</p>
<p><a href="http://www.europerio7.com/abstract_submission.php">Europerio 7</a></p>
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		<title>Qual a possibilidade de identificar os pacientes suscetíveis a Periodontite?</title>
		<link>http://www.periodontiamedica.com.br/qual-a-possibilidade-de-identificar-os-pacientes-suscetiveis-a-periodontite-por-carlos-marcelo-s-figueredo-phd/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 21:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmfigueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Carlos Marcelo S Figueredo, PhD
Material publicado na Revista Dental Press de Periodontia e Implantologia v1 2 2007

A identificação de pacientes com alto risco para perda de função dentária por periodontite, seja ela agressiva ou crônica, tem se tornado o grande desafio da Periodontia. Isso porque, para se identificar fatores e indicadores de risco, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Carlos Marcelo S Figueredo, PhD</strong></p>
<p><em>Material publicado na Revista Dental Press de Periodontia e Implantologia v1 2 2007</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A identificação de pacientes com alto risco para perda de função dentária por periodontite, seja ela agressiva ou crônica, tem se tornado o grande desafio da Periodontia. Isso porque, para se identificar fatores e indicadores de risco, é necessário compreender claramente o processo patogênico da doença. Porém, se existe um tópico ainda obscuro na periodontia, ele é o da etiopatogenia. Ainda não sabemos porque alguns pacientes perdem inserção em excesso, levando à perda de função dentária, e qual seria a quantidade mínima de placa para ativar a resposta inflamatória destrutiva. São perguntas difíceis de serem respondidas, mas que poderiam nos ajudar a compreender um pouco mais sobre suscetibilidade.</p>
<p>A perda do colágeno, das proteínas da matriz extracelular, e consequentemente de inserção, são dependentes da ação de enzimas proteolíticas e de radicais livres de oxigênio. A presença do biofilme ativa as células epiteliais e endoteliais, levando a uma transmigração de fagócitos para o sítio. Uma vez ativada a resposta inata, os processos de fagocitose e degranulação, associados à necrose celular, levam a um excesso de enzimas no meio extracelular, tais com as metaloproteinases e a elastase. Essas enzimas apresentam inibidores, chamados de antiproteolíticos, que em condições normais as neutralizam. Porém, em situações de desequilíbrio enzima- inibidor pode ocorrer  uma destruição descontrolada das proteínas, comprometendo a integridade tecidual. Durante a fagocitose e a degranulação ocorre também à ativação do pico respiratório celular, que fornece uma grande carga de radicais reativos de oxigênio, capazes de danificar proteínas, como o colágeno e inibidores enzimáticos. Sendo assim, a perda de inserção ocorreria quando houvesse excesso de enzimas e radicais livres associados a uma diminuição da função de inibidores enzimáticos por oxidação, tudo isso na presença de uma matriz altamente suscetível à ação proteolítica. Com o rompimento da integridade da estrutura fibrilar do colágeno, a migração apical do epitélio juncional seria facilitada, surgindo assim à bolsa periodontal.</p>
<p>Compreendendo os mecanismos envolvidos na destruição do colágeno, seria interessante compreender qual é a quantidade mínima de placa necessária para ativar essa resposta inflamatória destrutiva. Apesar de ainda não estar quantificada, essa quantidade parece ser muito menor do que a que somos capazes de visualizar a olho nu. Existe um constante questionamento de por que alguns indivíduos apresentam muita placa bacteriana e pouca destruição periodontal, e principalmente por que alguns apresentam uma quantidade tão pequena de placa bacteriana e extensa destruição. Esse fenômeno pode ser parcialmente explicado pelo perfil linfocitário e, conseqüentemente, pelo tipo de resposta inflamatória de cada indivíduo. Por exemplo, em pacientes com perfil linfocitário Th1, o Interferon-g (INFg) pode induzir a produção de Interleuquina -1 (IL-1), uma potente citoquina pró-inflamatória, por macrófagos quando estimulados por lipopolissacarídeos (LPS). Já em pacientes com perfil linfocitário Th2, a IL-4 pode inibir a liberação de IL-1 e TNF por macrófagos tratados com o mesmo LPS. Nesse caso, o mesmo estímulo bacteriano gera respostas inflamatórias completamente opostas. Podemos imaginar então que um paciente com muita placa bacteriana, mas com um perfil inflamatório “protetor” desenvolveria inevitavelmente uma gengivite, e talvez, no máximo, uma periodontite leve/moderada. Nesse caso a quantidade de antioxidantes naturais, antiproteolíticos, defensinas, e citoquinas antiinflamatórias presentes no infiltrado inflamatório seriam capazes de amenizar e até neutralizar a ação patogênica da placa bacteriana. Já indivíduos com uma quantidade mínima de placa não resistem à ativação do sistema inato e adquirido. Esses indivíduos produzem predominantemente citoquinas pró-inflamatórias. Os neutrófilos, na presença de IL-1 e TNF –α tornam-se hiper-ativados, e o processo de destruição tecidual entra em ação. Além disso, estudos recentes mostram que existem pacientes suscetíveis à resposta auto-imune no periodonto. Haveria a necessidade inicial da placa, mas a partir da estimulação para produção de autoanticorpos contra, por exemplo, o colágeno tipo I e a fibronectina, a resposta inflamatória destrutiva pode se tornar independente da presença da placa bacteriana. Sendo assim, não é coerente avaliar o risco pela quantidade de placa. Talvez a qualidade, mais do que a quantidade, possa nos ajudar na detecção de suscetibilidade. Isso porque as cepas são diferentes e podem provocar efeitos diferentes nas células imunes. Como exemplo temos as leucotoxinas e a capacidade de algumas bactérias de invadir células epiteliais e “se esconder” da resposta imune.</p>
<p>Como esses processos ainda não podem ser avaliados clinicamente como rotina, continuamos tendo uma imensa dificuldade em saber quem é o paciente suscetível. Talvez o nosso futuro como periodontistas e nossa credibilidade como especialidade que salva dentes estejam cada vez mais dependentes do diagnóstico precoce da doença. É comum sermos questionados por profissionais de outras áreas com a seguinte frase: “Para que mandar para o periodontista, se vai perder o dente depois?”. Se fizermos uma reflexão veremos que esses pacientes são encaminhados apenas quando apresentam extensa perda óssea. Poucos são os clínicos que encaminham pacientes em estágios incipientes. Se extrapolarmos para a medicina, podemos imaginar algumas situações: Se um endocrinologista recebesse apenas pacientes em idade avançada, com níveis de glicose altíssimos e já com seqüelas graves causadas pelo Diabetes, qual seria o prognóstico médio deles? Ou cardiologistas que só recebessem pacientes após infartos, ou lesões avançadas? Ou mesmo o Oncologista, que só recebesse casos terminais? Todos teriam péssimos prognósticos e talvez pouca credibilidade quanto à melhora de seus pacientes. Porém, todas essas áreas evoluíram no diagnóstico, melhoraram os testes laboratoriais, investiram em  tecnologia. E a Periodontia ainda usa radiografia periapical e sonda milimetrada manual. E o pior, ao invés de investir em diagnóstico precoce e detecção de suscetibilidade, observamos uma tendência danosa de menosprezar o prognóstico periodontal e sugerir a troca do elemento dentário por um implante, para “evitar perda óssea futura”. Clinica, microbiologica e imunologicamente já sabemos que a doença diminui drasticamente, senão paralisa seu curso, após tratamento apropriado seguido de manutenção. Então, me pergunto, porque tirar logo o dente para “evitar perda óssea futura?&#8221; Provavelmente o lucro será maior com esse procedimento. Imagine a seguinte analogia, um paciente tem uma necrose parcial do pé, tratável, e o médico sugere logo a remoção do pé para colocação da prótese. Normalmente o que observamos são profissionais e pacientes lutando ao máximo para a manutenção do órgão ou membro natural, e só considerando a prótese quando a perda é inevitável. O implante dentário é uma excelente opção protética, mas não é um “substituto” dentário.</p>
<p>Para concluir, se quisermos identificar pacientes de risco teremos que avaliar o caso individualmente. Claro que avaliar a presença de fatores de risco tradicionais ajuda. O Diabetes exacerba a excreção de citoquinas pró-inflamatórias por monócitos. Isso pode ser extremamente danoso quando essas células degranularem no infiltrado periodontal. Fumantes apresentam alto pico respiratório e resposta hiperreativa de neutrófilos, o que é altamente danoso ao colágeno. Infelizmente, ainda não podemos diagnosticar fatores de risco genéticos na nossa clinica diária, como foi sugerido pela <em>ILGenetics</em> quando lançou o teste PST<sup>® </sup>para o polimorfismo da IL-1β. O fluido gengival também seria de vital importância para, precocemente, diagnosticarmos perda óssea pela presença de fragmentos de colágeno, como o ICTP, e principalmente, perfis linfocitários de risco, através da quantificação de citoquinas. O diagnóstico precoce e a identificação de perfil de suscetibilidade são questões imprescindíveis para o crescimento da periodontia no tratamento e controle das sequelas da periodontite. A medicina cresceu assim, e a Periodontia não pode ser diferente. Hoje considero a periodontite como uma doença crônico – inflamatória ativada pela placa bacteriana. Não dá mais para trabalharmos na maioria das vezes com casos terminais e diagnóstico tardio. Precisamos evoluir e colocar a Periodontia no lugar que ela sempre mereceu.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Periodontite e a doença inflamatória intestinal</title>
		<link>http://www.periodontiamedica.com.br/periodontite-e-a-doenca-inflamatoria-intestinal/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 22:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmfigueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nosso ultimo artigo sobre a expressão de citoquinas no fluido gengival de pacientes
com doença inflamatória intestinal crônica foi publicado no Journal of Periodontal research.
Veja o resumo no link abaixo:
Expression of cytokines in the gingival crevicular fluid and serum from patients with inflammatory bowel disease and untreated chronic periodontitis
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso ultimo artigo sobre a expressão de citoquinas no fluido gengival de pacientes</p>
<p>com doença inflamatória intestinal crônica foi publicado no Journal of Periodontal research.</p>
<p>Veja o resumo no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20701671" target="_blank">Expression of cytokines in the gingival crevicular fluid and serum from patients with inflammatory bowel disease and untreated chronic periodontitis</a></p>
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		<title>A periodontia médica no CIORJ</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 13:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmfigueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 22 de julho estaremos ministrando conferência no módulo de periodontia. É mais uma oportunidade de discutirmos sobre o tema!
DIA 22 &#8211; das 9h às 13h
- Como a Periodontite pode interferir em outras doenças &#8211; Prof. Ricardo G. Fischer
- Modulação do hospedeiro no tratamento da Periodontite: como e quando usar antiproteolíticos, anti-oxidantes e
derivados do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 22 de julho estaremos ministrando conferência no módulo de periodontia. É mais uma oportunidade de discutirmos sobre o tema!</p>
<p>DIA 22 &#8211; das 9h às 13h<br />
- Como a Periodontite pode interferir em outras doenças &#8211; <strong>Prof. Ricardo G. Fischer</strong><br />
- Modulação do hospedeiro no tratamento da Periodontite: como e quando usar antiproteolíticos, anti-oxidantes e<br />
derivados do Ômega 3 &#8211; <strong>Prof. Carlos Marcelo Figueredo</strong><br />
- Interrelação Perio &#8211; Prótese &#8211; Prof. Wilson Rosalém Junior</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Simpósio apresentado na SOBRAPE em Salvador já está online!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmfigueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é o PDF da apresentação do professor Carlos Marcelo Figueredo na reunião da SOBRAPE, em Salvador.
 sobrape 2011
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o PDF da apresentação do professor Carlos Marcelo Figueredo na reunião da SOBRAPE, em Salvador.</p>
<p><a href="http://www.periodontiamedica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/artrite-perio-sobrape-260511-.pdf" target="_blank"> sobrape 2011</a></p>
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		<title>Entrevista concedida ao Blog Brazilian Dentists</title>
		<link>http://www.periodontiamedica.com.br/entrevista-concedida-ao-blog-brazilian-dentists/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 17:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmfigueredo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[carlos marcelo Figueredo]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos reproduzindo a entrevista concedida pelo professor Carlos Marcelo Figueredo ao blog Brazilian Dentists:
Odontologia em alto nível
Orgulhosamente  e a partir de agora, o perfil BrazilianDentists (Facebook) publica uma  série de entrevistas com profissionais que alcançaram e praticam a  odontologia em alto nível. Para inaugurar a sessão, um bate papo com o  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos reproduzindo a entrevista concedida pelo professor Carlos Marcelo Figueredo ao blog Brazilian Dentists:</p>
<h3><a href="http://superdentista.blogspot.com/search/label/entrevistas">Odontologia em alto nível</a></h3>
<div>Orgulhosamente  e a partir de agora, o perfil BrazilianDentists (Facebook) publica uma  série de entrevistas com profissionais que alcançaram e praticam a  odontologia em alto nível. Para inaugurar a sessão, um bate papo com o  Dr. Carlos Marcelo da Silva Figueredo, Pós-Doutor e professor visitante  do Instituto Karolinska (Suécia), pesquisador nivel 1D do CNPq,  Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ;  professor adjunto de  periodontia e Procientista da  UERJ. Autor de dezenas de artigos em  importantes periódicos internacionais e dono de uma carreira sólida e  produtiva, o professor divide seu tempo entre aulas nas universidades em  que atua, desenvolvimento de pesquisas em parceria com o famoso  instituto sueco ( sede do prêmio Nobel de medicina )   e sua paixão por  carros, automobilismo e futebol (fluminense) &#8230;</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em> :</em><strong> </strong>Por que você escolheu a periodontia ? Em que momento ficou claro que a abraçaria?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Foi em um seminário de periodontia, durante o 5 período da faculdade.  Minha parte foi etiopatogenia&#8230; o final da história você pode  imaginar..(<em>rsrs</em>)</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Como foi seu processo de formação acadêmica até o Pós-Doutorado, houve metas e objetivos ou tudo ocorreu de forma natural ?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Tudo fatalidade, sem nenhum planejamento. Fiz odontologia porque queria  ser músico. Como música não dava dinheiro e meu pai era dentista,  pensei “é mais fácil fazer odonto para bancar a música”. Depois que me  interessei pela periodontia, na faculdade, fui acompanhar o professor  titular da Unigranrio da época, Rogério Galvão. Fui reprovado por ele na  prova de especialização e acabei fazendo atualização apenas&#8230; Parece  história de escolinha de futebol, o olheiro não viu potencial e me  colocou para escanteio(<em>rsrs</em>). Fui parar na UERJ por insistência  do meu pai, nunca achei que passaria no mestrado, sem nenhuma indicação,  ex-aluno da UNIGRANRIO e sem especialização. Fui com a cara e a  coragem. Felizmente o segundo “olheiro” foi melhor que o primeiro! (<em>rsrs</em>).  No caso, o professor Ricardo Fischer, que é o responsável por tudo que  conquistei na periodontia até hoje! Daí veio a história de estudar na  Suécia, por pura indicação do Fischer, onde conheci o professor que  mudaria toda a trajetória da minha carreira, que foi o Anders  Gustafsson. Engraçado que não fui estudar com ele, pois ele era um  completo desconhecido. Juntos, conseguimos trilhar uma grande carreira  internacional. Hoje o Anders é um importante pesquisador da comunidade  européia. Já o pós-doc foi apenas consequência de nossa parceria.</div>
<div>Resumindo, não planejei nada. Só fui indo&#8230;(<em>rs</em>)</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Como é ser professor e pesquisador ao mesmo tempo ?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  É bem natural. Eu gosto da graduação, sou fã dos alunos de graduação da  UERJ e não os largo. É muito estimulante formar dentistas com uma base  boa em periodontia. Eles sabem o que são enzimas, radicais livres, e não  acreditam no efeito “pacman” das bactérias!!!! (<em>rs)</em> .Outro  desafio também é dar aula para mestrandos e doutorandos. Ensinar  pesquisa, discutir como publicar dados. Realmente não me vejo fazendo  outra coisa.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Qual sua opinião sobre os cursos de pós-graduação profissionalizantes. Eles vieram para o bem ou para o mal ?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>.  Acho que têm seu espaço. Precisava ter alguma opção entre a  especialização e o mestrado acadêmico. O problema é que a CAPES é muito  rigorosa na avaliação dos mestrados profissionais, o que quase  inviabiliza sua manutenção.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Do que você mais se orgulha na sua carreira?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>.  Cara, meu avô era porteiro, meu pai foi sargento da aeronáutica e se  formou em odontologia estudando à noite. Não é fácil montar uma carreira  internacional em uma geração apenas. Fico feliz quando recebo convites  de revistas internacionais importantes para ser revisor. Recentemente  fui convidado para ser editor chefe de uma edição especial do <em>International journal of dentistry</em>.  Isso acho legal. Vão me dar uma edição para eu escolher o tema e  convidar os amigos para escrever sobre o que gostamos, não é show?????(<em>rsrs)</em></div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Qual a maior frustração que a odontologia lhe trouxe?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: não dá para ficar milionário sendo honesto, usando a ciência! (<em>rs)</em> Somos muito desvalorizados. Mas, se for muito sincero com você, não posso reclamar de nada! Saiu melhor do que a encomenda!!!!</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Genética,  bioquímica e biologia molecular. Os três são temas amplamente  discutidos e presentes na sua carreira. O dentista precisa conhecer  estas áreas? Por que?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong><em>: </em> Sem dúvida. Ninguém trata nada com sucesso sem conhecer patogenia. Se  não tem conhecimento, vira burrinho de presépio. Indo para congressos  copiar receitas de bolo para aplicar no consultório. É uma pena os  dentistas não entenderem que quem domina o conhecimento, dita as regras.  Fico triste quando entro em um curso de especialização e pergunto o que  destrói tecido, e os alunos respondem: LPS, Interlecinas!!!! Pelo amor  de Deus, como alguém trata uma doença destrutiva sem saber o que causa  destruição???? Depois reclamamos da nossa desvalorização frente a área  médica&#8230;</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Das  inúmeras dificuldades que provavelmente atravessou na construção da sua  carreira, qual foi a mais difícil de transpor até aqui?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Sem dúvida o primeiro ano na Suécia!  Muito frio, descrença total por  ser brasileiro, tudo que se deixa por aqui, etc. Além disso não tinha  bolsa, vendi o carro, uma sala, etc para sobreviver. Fiquei devendo 10  meses de aluguel até conseguir a bolsa. Duas pessoas foram fundamentais  para vencer essa etapa. Uma foi meu pai, que apoiou daqui, mesmo sem ter  condições para bancar isso. Até que ele escreveu uma carta para o  ministro da educação contando o drama que estava e minha quase  desistência do curso. Por mais bizarro que possa parecer, a carta chegou  na acessoria do ministro e o processo desenrolou&#8230; A outra pessoa foi a  Dra Aline Areas. Fez das tripas coração para juntar toda a  documentação, dar entrada na CAPES, etc. Ela foi tão importante que  ganhou uma dedicação na tese. Tenho certeza absoluta que sem ela não  teria conseguido.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>É comum ouvirmos : “&#8230;o Brasil é uma referência mundial em odontologia.” Você concorda? por que?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Não. Isso é baseado no fato de sermos artesãos, termos habilidades  manuais. Isso é uma parte importante da odontologia, mas não é tudo. Não  promovemos saúde por causa disso&#8230; somos bons em reparar a natureza,  mas não em preservar&#8230;</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Nos  últimos 10 anos, a produção científica da odontologia brasileira  cresceu de forma bastante expressiva. A que você atribui esse  crescimento? Esse movimento veio acompanhado de melhora na qualidade das  publicações nacionais?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Crescemos por obrigação, não por vocação. A CAPES apertou o cerco, os  cursos sofreram ameaças de descredenciamento&#8230;sem isso, estaríamos na  mesma&#8230; Quanto a publicação nacional, não vejo melhora. Se você tem um  bom material, não publica em português. Seria desperdício. O problema é  que o brasileiro precisa ler as revistas internacionais, que são  globais. Não se pode misturar isso com patriotismo. Só publicamos em  revistas nacionais resultados parciais ou algum material sem inserção  internacional. A própria avaliação da CAPES incentiva a produção  internacional.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Como o pesquisador brasileiro é visto no mercado internacional?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong><em>: </em>Difícil  falar de maneira geral, mas na nossa área é bem valorizado quando tem  criatividade e humildade. Se não, fica na “geladeira”.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>:</em>O dentista brasileiro está preparado para o mercado de trabalho? por que?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: Sem dúvida não. Não se discute como cobrar na Universidade, nem valorização profissional. Normalmente ensina-se procedimentos <em>top</em> de linha e esquecem-se de ajustar o aluno à realidade que ele vai enfrentar.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Há quem defenda o ensino da odontologia dentro do curso de Medicina, como uma sub-área. Isso faz sentido para você?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Não precisa disso, basta haver uma valorização do ciclo básico. O aluno  termina o ciclo básico e vende os livros para os períodos abaixo. Essa é  a cultura. Parecem 2 faculdades diferentes&#8230; e a culpa é toda nossa,  professores universitários.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Qual seria o perfil do estudante com vocação para pesquisador?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: Normalmente é o aluno que estuda mais a fundo, questiona você, não aceita a “receita de bolo”&#8230; esse é o futuro pesquisador.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Qual o maior avanço que você presenciou na periodontia?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: Entenderem que a placa bacteriana não causa periodontite crônica ou agressiva severas.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Doenças periodontais  devem ser vistas como uma questão de saúde pública? Por que?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong><em>: </em> Sim, 80% da população tem gengivite&#8230; sangue na boca, epitélio  ulcerado, etc. Não acredito que alguma outra doença com sintomatologia  parecida e alta prevalência fosse deixada de lado.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Como será a atuação do periodontista na odontologia do futuro?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Diagnóstico precoce&#8230; se você estivesse com suspeita de câncer e  tivesse que escolher entre 2 oncologistas, escolheria o que é capaz de  diagnosticar o câncer incipiente, mas que fosse fraco em cirurgia  reparadora, ou o <em>expert</em> em grandes cirurgias, mas incapaz de  fazer um diagnóstico precoce? Extrapola isso para a odontologia&#8230;  Implante é muito bom, mas não seria melhor não precisar dele?????</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Regeneração tecidual, marketing ou realidade?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: Marketing descarado!!! (<em>rsrsrsrs)</em></div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Como você vê a participação do periodontista nas equipes médicas?<strong> </strong></div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong> : Importante, mas precisaríamos estudar muito mais do que fazemos hoje, senão, só queimaria mais o filme&#8230;</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>A periodontia está no caminho certo?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: Parte dela sim.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Podemos  esperar algo inovador relacionado ao controle químico da  infecção/inflamação periodontal? A escova de dente estaria com seus dias  contados?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:   As resolvinas são drogas bem interessantes que vem por ai. Aposentar a  escova? Não&#8230;nem o sabonete, a escova de cabelo, etc&#8230;(<em>rsrs)</em></div>
<div><strong><em>BrazilianDentists:</em></strong><em> </em>A que distância estamos das sondas periodontais bioquímicas para utilização em consultório?</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>: O dentista não usa nem a sonda periodontal tradicional..(<em>rsrs)</em>. Sem chances&#8230;. não temos massa crítica para usar isso&#8230;</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists </em></strong><em>: </em>Quais especialidades da odontologia sofrerão transformações mais significativas nos próximos anos? por que?<strong> </strong></div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong>:  Sem dúvida a periodontia  e a implantodontia. A Perio porque se chegará  a conclusão de que é uma doença crônico-inflamatória ativada por  bactérias. Isso muda completamente o tratamento, a manutenção, etc. A  Implanto porque os implantes simularão o ligamento periodontal.</div>
<div><strong><em>BrazilianDentists</em></strong><em>: </em>Um breve conselho para os que estão iniciando seus passos na odontologia:</div>
<div><strong><em>Prof.CMFigueredo</em></strong><em> : </em>Estudem para não se tornarem burrinhos de presépio e nem trabalharem em clínica pop gerenciada por manicure&#8230;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>fonte: perfil braziliandentists, Facebook, 2011</p>
</div>
<div>Read more: <a href="http://superdentista.blogspot.com/#ixzz1MA12NSJb">http://superdentista.blogspot.com/#ixzz1MA12NSJb</a></div>
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		<title>A aula sobre doenças gengivais está disponível para os alunos da UERJ</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 10:44:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[carlos marcelo Figueredo]]></category>
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		<description><![CDATA[A aula sobre doenças gengivais está disponível online para que os alunos da UERJ possam estudar.A aula foi elaborada com a ajuda da mestre Érika Menezes Hottz
_Doenças_g&#8230;pdf_
 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A aula sobre doenças gengivais está disponível online para que os alunos da UERJ possam estudar.A aula foi elaborada com a ajuda da mestre<span style="text-decoration: underline;"> <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001238095187">Érika Menezes Hottz</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.periodontiamedica.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Doenças_g...pdf_.pdf" target="_blank">_Doenças_g&#8230;pdf_</a><br />
 </span></p>
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		<title>Effect of Non-Surgical Treatment on Chronic and Aggressive Periodontitis: Clinical, Immunological and Microbiological Findings</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 03:33:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A revista Journal of Periodontology já colocou no ar nosso mais recente artigo comparando periodontite crônica e agressiva. Vale a pena conferir o resumo!
Resumo do artigo
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista <em>Journal of Periodontology</em> já colocou no ar nosso mais recente artigo comparando periodontite crônica e agressiva. Vale a pena conferir o resumo!</p>
<p><a href="http://www.joponline.org/doi/abs/10.1902/jop.2011.100579" target="_blank">Resumo do artigo</a></p>
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		<title>XXIV Congresso Brasileiro de Periodontologia</title>
		<link>http://www.periodontiamedica.com.br/xxiv-congresso-brasileiro-de-periodontologia/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 19:40:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se aproxima o grande evento da periodontia brasileira. Desta vez em Salvador, que é mais um atrativo para o congresso!
Nós, da www.periodontiamedica.com, junto com a sempre parceira Amil, estaremos presente no congresso. Visitem o site do congresso e se inscrevam!!
Site do congresso
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Se aproxima o grande evento da periodontia brasileira. Desta vez em Salvador, que é mais um atrativo para o congresso!</p>
<p>Nós, da <strong><em>www.periodontiamedica.com</em></strong>, junto com a sempre parceira Amil, estaremos presente no congresso. Visitem o site do congresso e se inscrevam!!</p>
<p><a href="http://periodontologia.com.br/index.asp" target="_blank">Site do congresso</a></p>
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		<title>Tese de doutorado mostrará perda de densidade óssea alveolar em pacientes com artrite juvenil</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 12:22:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A doutoranda Flavia Braga irá defender sua tese de doutorado sobre as alterações de densidade que o osso alveolar pode sofrer em pacientes portadores de artrite juvenil idiopática. Junto com a alteração de densidade, Flávia também avaliou algumas citoquinas, utilizando o Luminex, e a elastase neutrofílica, além de todas as variáveis reumatológicas. Sempre, claro, contando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A doutoranda Flavia Braga irá defender sua tese de doutorado sobre as alterações de densidade que o osso alveolar pode sofrer em pacientes portadores de artrite juvenil idiopática. Junto com a alteração de densidade, Flávia também avaliou algumas citoquinas, utilizando o Luminex, e a elastase neutrofílica, além de todas as variáveis reumatológicas. Sempre, claro, contando com a supervisão do reumatologista Flávio Stajnbok. A defesa ocorrerá no dia 24 de janeiro de 2011 e contará com a presença da Dra Letícia Miranda, PhD em Periodontia no Instituto Karolinska, e principal responsável pelo crescimento dessa linha de pesquisa durante seu doutorado na UERJ.</p>
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